Alimentação, Dicas

Já ouviu falar sobre o reducitarianismo?

Depois do veganismo e do vegetarianismo, surge agora um novo movimento que também visa repensar o modo como lidamos com o consumo de alimentos com origem animal. No entanto, ao contrário dos dois primeiros, a ideia do reducitarianismo não é sobre não consumir esses alimentos e sim reduzi-los na dieta.

Ele é uma alternativa para quem quer ingerir menos carne, mas não pensa em se tornar vegetariano ou vegano.

Em tempos em que cada vez se torna mais importante repensar os próprios hábitos para construir um mundo melhor, a ideia do reducitarismo faz sentido. Consolidado nos últimos quatro anos nos Estado Unidos, ele tem ganhado cada vez mais adeptos devido aos benefícios para a saúde e para o planeta.

De acordo com a Reducetarian Foundation (ONG americana e maior divulgadora da causa), ser adepto ao movimento é se comprometer a ingerir menos carne (vermelha, branca e frutos do mar), laticínios e ovos.

 

O reducitarianismo traz inúmeros benefícios para o planeta. De acordo com a própria associação, cerca de R$70 bilhões de animais são mortos por ano para consumo humano. A indústria da carne responde sozinha por aproximadamente 15% da emissão de gases relacionados ao efeito estufa, segundo dados da ONU (Organização das Nações Unidas). Ser adepto da causa ajudaria a mudar esse cenário.

Existem também benefícios à saúde, de acordo com algumas pesquisas ainda iniciais, ingerir muita proteína animal pode levar a quadros inflamatórios no intestino.

Uma forma de começar a aderir ao reducitarianismo seria aderir à segunda sem carne e ir diminuindo a quantidade de proteína animal no cardápio diário. É importante, no entanto, tomar cuidado para não diminuir os nutrientes na alimentação. Quem deseja se tornar reducitarionista e, mais adiante, seguir para o vegetarianismo ou veganismo precisa manter a diversidade no cardápio para que o corpo não sinta falta de suplementos.

 

Aline Fatima- Redação +QV Fit

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